09/01/2020 às 23:00

MANGA/CEPEA: Mercado é fraco no início de 2020 na Ceagesp

MG e SP são as principais origens das mangas comercializadas

Por Laís Marcomini, Felipe Spessotto e Fernanda Geraldini Palmieri
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Piracicaba, 10 - Nesta semana (06 a 10/01), o cenário da manga nas centrais atacadistas de São Paulo foi muito semelhante ao ocorrido nas duas últimas de 2019: mercado parado. A única coisa que pode se modificar nos próximos dias é o preço da tommy, cuja tendência é de aumento mediante finalização da safra paulista. Os mangicultores de Monte Alto/Taquaritinga (SP) ofertaram os últimos lotes da variedade por R$ 0,86/kg nesta semana.

De acordo com agentes do setor, os preços da fruta têm registrado poucas alterações – o que tem se alterado é a origem e a qualidade das frutas. Comerciantes têm comprado as mangas de Minas Gerais e São Paulo, majoritariamente. Já os lotes de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) não estão com grande participação, mediante menor oferta nas regiões e ao maior custo logístico. Esse cenário deixou a amplitude de preços ligeiramente maior, e grande parte dos agentes consultados pelo Hortifruti/Cepea não espera uma retomada expressiva do mercado neste mês. A palmer teve média de R$ 2,17/kg e a tommy R$ 2,54/kg na Ceagesp.
 

Fonte: hfbrasil.org.br

Tags: cotação, demanda, juazeiro, manga, Minas Gerais, monte alto, oferta, palmer, Petrolina, preço, qualidade, taquaritinga, tommy, vale do são francisco

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