27/03/2020

CITROS/CEPEA: Volume de precoces aumenta nas regiões citrícolas

No entanto, preços de pera se mantém

Por Caroline Ribeiro, Isabela Camargo e Fernanda Geraldini
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Piracicaba, 27 - Apesar de ainda estarem fora do estágio ideal de maturação, as laranjas precoces da safra 2020/21 têm sido comercializadas no mercado in natura para suprir a baixa oferta de pera temporã e de tardias. Além disso, a moagem está desacelerada nas indústrias paulistas, o que implica no direcionamento quase exclusivo das frutas ao mercado de mesa. 

Dessa forma, nesta semana (23 a 27/03), a variedade hamlin registrou média de R$ 28,23/cx de 40,8 kg, na árvore, alta de 7,7% frente à semana passada. Já para a pera, o cenário foi de leve alta (+ 0,6%), sendo comercializada a R$ 35,77/cx de 40,8 kg. É válido ressaltar, também, que a demanda esteve mais aquecida – principalmente no início desta semana – apesar das paralisações e período de isolamento social.

Em relação a lima ácida tahiti, os preços subiram expressivamente nos últimos dias. As vendas foram impulsionadas no início da semana, por conta da busca por uma alimentação mais saudável e com elevado teor de vitamina C, a fim de melhorar a imunidade neste período de pandemia. Assim, os preços tiveram média de R$ 17,76/cx de 27 kg nesta semana, colhida, alta de 61,1% em relação à semana passada. 

Fonte: hfbrasil.org.br

Tags: citros, coronavírus, cotação, demanda, hamlin, imunidade, laranja, lima ácida tahiti, oferta, pera, preço, tahiti, vitamina C

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