13/05/2020

HORTIFRUTI/CEPEA: Minitomate - Sensível, mas tecnológico!

Produção é atrativa para a diversificação de grandes produtores

Por Hortifruti Brasil
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Syngenta
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Piracicaba, 13 – Diferentemente das outras culturas abordadas na edição de abril da revista Hortifruti Brasil, o cultivo dos minitomates exige investimento inicial elevado (em semente e em estufas) e pacote com alto nível tecnológico. É necessária a construção de estufas, irrigação por gotejamento e mão de obra qualificada para realizar os tratos culturais. Contudo, seu maior valor agregado é capaz de cobrir as despesas dos produtores ao longo do ciclo – sendo, ainda, boa opção de diversificação na tomaticultura.

Tem como atrativos a conveniência, o apelo para uso culinário e a sua funcionalidade – são ricos em licopeno, substância antioxidante muito eficaz no combate aos radicais livres. E são por estes e outros motivos que a hortaliça está entre os seis hortifrútis super-heróis na edição de abril/20.

Os principais desafios na produção dos minitomates estão relacionados à sua implantação. A produção em campo aberto não é viável à cultura, devido à sensibilidade do produto, principalmente em relação a pragas e doenças. Por isso, é necessária a instalação de cultivo protegido, que exige alto investimento – fator que se eleva em regiões muito quentes, em que as estufas devem ter pé direito mais alto e sistemas de refrigeração.

Confira outros desafios e as principais oportunidades à produção de minitomate na edição de abril da Hortifruti Brasil, clicando aqui.

Fonte: hfbrasil.org.br

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