24/07/2020

MANGA/CEPEA: Vale enfrenta problemas de qualidade no início do 2°sem

Chuvas do início do ano ainda causam impacto

Por Felipe Spessotto e Fernanda Geraldini
Compartilhar
+ Mais opções
  • Facebook
  • Enviar por e-mail
  • Copiar url curta
  • Imprimir
  • Comunicar erros
  • Maior | Menor
MANGA/CEPEA: Vale enfrenta problemas de qualidade no início do 2°semVer fotos

Piracicaba, 24 - Nesta semana (20 a 24/07), as cotações da manga na região do Vale do São Francisco (PE/BA) registraram queda, apesar de continuarem em patamares firmes. A palmer foi vendida a R$ 2,42/kg (-6,6%) e a tommy teve média de R$ 2,36/kg (-0,6%). O cenário da região continua o mesmo: baixa oferta e exportações aquecidas, segurando, portanto, os preços um pouco mais altos.

As mangas que estão sendo colhidas agora tiveram sua florada em meados de fevereiro/março, período muito chuvoso e que causou muitos abortamentos nos pomares. Como consequência, algumas frutas estão com um padrão de qualidade um pouco inferior, devido à maior incidência de podridão peduncular e antracnose. Para as próximas semanas, o comportamento do mercado ainda é incerto. A oferta ainda não deve aumentar até meados de agosto, o que tenderia a manter preços positivos ao produtor.

Contudo, um receio é a colheita de mangas verdes, prática comum em períodos de valores mais altos. Além disso, a demanda externa tem sido um importante direcionador dos preços, visto que, no mercado doméstico, o que tem prevalecido sobre as cotações é a baixa oferta – o consumo não está fortemente aquecido. O que anima produtores é o início da temporada brasileira de envios para os Estados Unidos, previsto para agosto.

Fonte: hfbrasil.org.br

Tags: antracnose, chuva, cotação, demanda, doença, exportação, juazeiro, manga, oferta, palmer, Petrolina, podridão peduncular, preço, qualidade, tommy, vale do são francisco

A reprodução do nosso conteúdo só é permitida com a citação da hfbrasil.org.br como fonte. Para saber mais sobre nossa política de reprodução clique aqui