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Setembro 11, 2019
HORTIFRUTI/CEPEA: Brigas e disputas fazem parte das empresas familiares?
Este é mais um dos mitos analisados na Hortifruti Brasil

Por Hortifruti Brasil
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HORTIFRUTI/CEPEA: Brigas e disputas fazem parte das empresas familiares? Ver fotos

Piracicaba, 11 – Na edição de agosto, a revista Hortifruti Brasil conversou com 97 leitores e produtores de frutas e hortaliças, a fim de identificar como eles estão preparando seus sucessores para assumir os negócios da família. Algumas destas histórias foram selecionadas como "mitos da sucessão familiar" e analisadas por especialistas da área.

Para o quinto e último mito, a edição destacou a seguinte questão: brigas e disputas fazem parte das empresas familiares? Nem sempre. Mas, o segredo é alcançar a maturidade familiar, visando a sobrevivência do negócio – ela é uma característica muito importante para a longevidade da atividade agrícola e deve ser conquistada com muito diálogo e planejamento.

Após esse processo, é importante a elaboração de um conjunto regras/práticas que viabilize a convivência harmoniosa entre o patrimônio, gestão e família. Isso, no geral, é feito por meio de consultorias especializadas em sucessão familiar.

Se esse custo é muito elevado para o seu negócio, tente um diálogo franco sobre o assunto com a família e uma formalização de um acordo/formatação de um testamento entre os herdeiros com o fundador sobre o patrimônio e a condução do negócio. Isso não só para minimizar conflitos familiares, como também para os funcionários se engajarem e aceitarem o processo de sucessão.

EXEMPLO – Na produção de citros de Francisco Segeren, em Aguaí e Mogi Mirim (SP), por exemplo, apesar de os filhos administrarem a fazenda, contam com seu acompanhamento nas tomadas de decisões, o que minimiza as chances de conflitos. Mas, quando as divergências de opinião ocorrem, é importante que os mais novos tenham humildade para aprender com gerações mais experientes, como orienta Cristiane Andreazza, sucessora na produção de maçãs de sua família, localizada em Caxias do Sul (RS). Segundo ela, apesar de se considerar preparada para administrar a empresa, entende que seu pai é o superior e que ainda tem muito a aprender com ele.

Foto: Francisco Segeren e parte de sua família

Para o especialista e consultor em gestão familiar Rogério Yuji Tsukamoto, o quanto antes o processo de sucessão for discutido, mais tempo a família terá para organizar e formalizar as regras, por meio de uma série de documentação e organização jurídica da empresa.

Para conferir outras dicas sobre o processo de sucessão familiar, acesse o conteúdo completo, clique aqui.

Fonte: hfbrasil.org.br

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